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	<title>Instituto Azzi</title>
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		<title>Tekoa Pyau: uma tribo no meio de São Paulo</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jun 2013 18:45:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Escrito por Marcos Pinheiro Tekoa Pyau. Parece trava língua, mas é o nome de uma tribo indígena no meio da cidade de São Paulo. Isso mesmo: entre 12 milhões de habitantes e duras poesias concretas de tuas esquinas, há uma comunidade indígena. Conheci essa &#8220;aldeia&#8221; quando&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Escrito por Marcos Pinheiro</p>
<p style="text-align: justify;">Tekoa Pyau. Parece trava língua, mas é o nome de <strong>uma tribo indígena no meio da cidade de São Paulo</strong>. Isso mesmo: entre 12 milhões de habitantes e duras poesias concretas de tuas esquinas, há uma comunidade indígena. Conheci essa &#8220;aldeia&#8221; quando fui construir novas casas para os índios. Abaixo, o que vi e aprendi:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Porque escrevi “aldeia”, entre aspas?</strong><strong> </strong><strong>- </strong>Os Tekoa Pyau ocupam um terreno<img class="alignright" title="Texoa Pyau" src="http://pecep.files.wordpress.com/2013/04/pico-do-jaraguc3a11.jpg" alt="" width="364" height="264" /> de aproximadamente 1 quilômetro quadrado no Parque Estadual do Jaraguá, <strong>a meia hora da Avenida Paulista</strong>. A “aldeia”, de aproximadamente 600 pessoas, cercada de muros e ruas movimentadas, quase atropelada pela Rodovia dos Bandeirantes, é muito semelhante a qualquer comunidade carente. <strong>Eletricidade, saneamento, saúde e educação praticamente inexistem.</strong> Usar “aldeia” ao invés de “favela” deve-se unicamente à cultura dos residentes, quase um eufemismo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Quando eu cheguei por ali, nada entendi. Esperava encontrar na “aldeia” índios pelados morando em ocas, caçando e coletando. <strong>O que vi foram pessoas tão vestidas quanto eu, comendo as mesmas coisas que eu compro no supermercado, morando em barracos improvisados e lama, muita lama.</strong><strong> </strong>Devido à falta de pavimentação, quando chove o lamaçal é generalizado. Contando-se que aos 600 moradores juntam-se 400 cachorros, dá para deduzir que as condições de higiene não são as melhores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tradições</strong> <strong>guaranis</strong><strong> </strong><strong>– </strong>Apesar de oprimidos em filas, vilas e favelas, os Guaranis mantém rígidos certos traços de sua cultura. <strong>O idioma Guarani é mais difundido do que o português entre eles (algumas crianças falam apenas Guarani).</strong><strong> </strong>Um indígena não pode casar com um não indígena, sob pena de ser excluído da tribo. Garotos costumam casar entre 12 e 16 anos. Há encontros e celebrações periódicos entre as tribos indígenas cariocas, paulistas e catarinenses. A homossexualidade, segundo eles, inexiste na tribo, um sinal de que não é aceita.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Transculturação</strong><strong> </strong><strong>– </strong>Apesar de todos esses esforços, fica claro que manter a cultura é um desafio crescente. <strong>Na aldeia foi possível ver moicanos</strong><strong> </strong><em><strong>a la</strong></em><strong> </strong><strong>Neymar, MP3 players, funk, cordões de prata, “roupas de marca” e a paixão deles pelos clubes de futebol.</strong><strong> </strong>Um garoto de 19 anos, por exemplo, já havia se casado seis vezes (!!!), sinal de que seguira a regra do matrimônio prematuro, mas na noite anterior havia dormido tarde por jogar Playstation.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Os Tekoa Pyau mostram <strong>como é sutil, profunda e frágil a questão indígena no Brasil.</strong> Soluções improvisadas dão origem a aberrações como uma aldeia que mais parece uma favela. O esforço dos índios para manterem a cultura é comovente, mas, assim como sua aldeia, eles parecem um pouco perdidos geográfica e culturalmente. Sinceramente, não sei o que concluir sobre o que vi. <strong>Tekoa Pyau é o avesso do avesso do avesso do avesso.</strong></p>
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		<title>Instituto Azzi ouve Muhammad Yunus em palestra no Brasil!</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Jun 2013 23:55:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Microcrédito]]></category>
		<category><![CDATA[Muhammad Yunus]]></category>
		<category><![CDATA[negócios sociais]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Nayara Bazzoli No dia 29 de maio a equipe de projetos do Instituto Azzi  compareceu à inspiradora palestra de Muhammad Yunus em São Paulo, o &#8220;pai do microcrédito&#8221; e um dos propagadores do conceito de Negócios Sociais pelo mundo. Tratando de temas como &#8220;fornecer&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Nayara Bazzoli</p>
<p>No dia 29 de maio a equipe de projetos do Instituto Azzi  compareceu à inspiradora palestra de Muhammad Yunus em São Paulo, o &#8220;pai do microcrédito&#8221; e um dos propagadores do conceito de Negócios Sociais pelo mundo.</p>
<p>Tratando de temas como &#8220;fornecer crédito para que pessoas <em>pobres</em> consigam prosperar por conta própria&#8221;, Yunus defende a ideia de que, nem todos os negócios precisam ser baseados <strong>apenas</strong> no lucro, e que, fazer o bem, pode ser uma ideia muito mais realista do que parece.</p>
<p>Na definição de Yunus, um <strong>negócio social</strong> é uma empresa sem perdas nem dividendos, projetada para atingir um objetivo social dentro do mercado. É diferente de uma organização sem fins lucrativos porque o negócio deve buscar gerar um lucro modesto, mas este será usado para expandir o alcance da empresa, melhorar o produto ou serviço, ou de outras maneiras que subsidiem a missão social.</p>
<p>Além de participar da palestra que visava divulgar o conceito de negócios sociais e atrair novos empresários brasileiros para o ramo, o  Instituto Azzi  foi convidado pelo Instituto de Cidadania Empresarial para um almoço com o próprio Muhammad Yunus.</p>
<p>O autor do livro &#8220;O Banqueiro dos Pobres&#8221; e fundador do Grameen Bank, especializado em microcrédito, teve muito o que falar e fazer no Brasil nos últimos dias, e o Instituto Azzi não pôde deixar de ouvir e participar! <a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Yunnus2.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2465" title="Yunnus2" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Yunnus2-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
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		<title>5 produtos e serviços para a classe A</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Jun 2013 18:07:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[bilionários]]></category>
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		<category><![CDATA[Investidor Azzi]]></category>
		<category><![CDATA[milionários]]></category>

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		<description><![CDATA[A expansão da classe C não é o único legado do crescimento econômico brasileiro. O mercado de luxo também vem experimentando forte incremento: movimentou R$ 20 bilhões em 2012, número 240% maior do que em 2006. Neste contexto, novos produtos, alguns bem criativos, vem surgindo.&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A expansão da classe C não é o único legado do crescimento econômico brasileiro. O mercado de luxo também vem experimentando forte incremento: movimentou R$ 20 bilhões em 2012, número 240% maior do que em 2006.<br />
Neste contexto, novos produtos, alguns bem criativos, vem surgindo. Seguem abaixo cinco grandes ideias que já estão à disposição de quem queira gastar um pouco a mais:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Ceia encomendada </strong>– O Unique Garden Hotel &amp; Spa, em São Paulo, conhecido por proporcionar tratamento VIP aos clientes, inovou no último ano. Para compor a ceia de natal, mandou um chef à casa dos clientes, que aprendeu a fazer os pratos que eles mais gostavam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/dsc-0672.jpeg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2444" title="dsc-0672" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/dsc-0672-300x185.jpg" alt="" width="300" height="185" /></a>Viagem do Saber</strong> – A agência de viagem Latitudes e a Casa do Saber fizeram uma parceria inédita em São Paulo. Os professores da Casa criaram roteiros culturais sob medida para os clientes como, por exemplo, um tour por óperas da Áustria com especialistas. Uma chance de ter uma outra visão sobre roteiros europeus.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jeans ecológico</strong> – Seda, algodão e fibra de garrafas PET. A partir dessa combinação a tecelagem Casulo Feliz criou um jeans mais leve e ecologicamente correto, vendido a grifes por R$ 85 o metro quadrado. A Osklen e a Animale foram algumas das que embarcaram na onda e atualmente disponibilizam calças fabricadas a partir do tecido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Móveis para eternidade</strong> – Sabe aquela mesa que você não quer jogar fora? Ou um sofá de outra geração da família que já está desgastado? Agora é possível estender o tempo de vida deles. O Q&amp;E Stores, de São Paulo, repinta as peças, troca acessórios  e até reforma móveis antigos, além de oferecer novos com estilo. Uma cama de solteiro custa a partir de R$ 3.700.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cavalos de potência</strong> – O Centro e pilotagem Roberto Manzini oferece aos<a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/interlagos1.jpg"><img class="alignright size-medium wp-image-2445" title="interlagos1" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/interlagos1-248x300.jpg" alt="" width="248" height="300" /></a> clientes a chance de serem pilotos por um dia. Um curso exclusivo com duração de um dia é realizado no autódromo de Interlagos, incluindo aulas teóricas e práticas. Durante a manhã, os alunos aprendem sobre direção. Na tarde, dão 20 voltas com um Megane pela pista, 10 com o instrutor na direção e 10 com a própria pessoa pilotando. A pista tem aproximadamente 4 mil metros e o carro chega a 190 quilômetros por hora!</p>
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		<title>5 palestras imperdíveis do TEDx</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Jun 2013 14:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O TEDx é um programa de eventos locais para compartilhar experiências. Alguns dos seus vídeos trazem ótimas reflexões e inspirações. Como são muitos, fizemos uma seleção e colocamos aqui as melhores palestras. &#160; Edgard Gouveia Jr Esse vídeo é sensacional. Com interação e divertimento, Edgard&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/xmarks-image-10-may.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2433" title="RoyBorghoutsFotografie-111107-TEDxDelft-094" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/xmarks-image-10-may.jpg" alt="" width="540" height="353" /></a></p>
<p>O TEDx é um programa de eventos locais para compartilhar experiências. Alguns dos seus vídeos trazem ótimas reflexões e inspirações. Como são muitos, fizemos uma seleção e colocamos aqui as melhores palestras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Edgard Gouveia Jr</strong></p>
<p>Esse vídeo é sensacional. Com interação e divertimento, Edgard Gouveia Jr mostra como a solidariedade está presente na maioria das pessoas e que unidas podem fazer grandes transformações.<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=24JR3cFhZng">TEDx Edgard Gouveia Jr.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Vera Cordeiro</strong></p>
<p>Essa palestra é de emocionar ! É impressionante como ela foi persistente, conseguindo fundar a organização, apesar de todas as dificuldades. A Saúde Criança é uma organização social muito interessante. Ela trabalha com a reestruturação de crianças e de suas famílias,  tendo na saúde seu enfoque.<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=ygrLeIJQYuU">TEDx Vera Cordeiro</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Jailson de Souza</strong></p>
<p>Jaison de Souza é coordenador geral do Observatório das Favelas. É muito interessante a discussão que ele faz sobre a visão que a sociedade tem das favelas.<br />
<a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=HVHmcySzEwo">TEDx Jailson de Souza</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Bunker Roy</strong></p>
<p>Esse vídeo já foi tema de um post aqui do blog, é sobre a Escola dos Pés Descalços, lembra ? O legal da Escola é a quebra de conceitos já estabelecidos pela sociedade e a ajuda aos mais pobres usando e desenvolvendo o conhecimento deles próprios. O resultado é encantador, vale a pena assistir !</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=6qqqVwM6bMM">TEDx Bunker Roy</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>José Pacheco</strong></p>
<p>José Pacheco é idealizador e coordenador da Escola da Ponte. Nessa palestra ele fala com muito bom humor assuntos sérios da atualidade, como a educação, a Escola da Ponte e a educação brasileira. É uma das melhores palestras que já vi sobre educação.</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=CIdc5gFhKoQ">TEDx José Pacheco</a></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Igrejas, governos e particulares: a história do trabalho voluntário</title>
		<link>http://www.institutoazzi.org.br/?p=2409</link>
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		<pubDate>Tue, 28 May 2013 14:43:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[negócios sociais]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
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		<description><![CDATA[O trabalho voluntário é tão antigo quanto as primeiras civilizações. Esta prática remonta ao momento em as tribos coletivistas e igualitárias se expandiram e deram origem a cidades e a sociedades desiguais e complexas. &#160; A origem do trabalho voluntário Nas primeiras civilizações, as ações&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O trabalho voluntário é tão antigo quanto as primeiras civilizações. Esta prática remonta ao momento em as tribos coletivistas e igualitárias se expandiram e deram origem a cidades e a sociedades desiguais e complexas.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A origem do trabalho voluntário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nas primeiras civilizações, as ações sociais amparavam indivíduos carentes ou incapacitados. O código moral egípcio, por exemplo, foi um dos primeiros a levantar a bandeira da Justiça Social. Suas leis, que se misturavam ao discurso religioso, encorajavam as pessoas a pequenas ações voluntárias. Na Grécia, viajantes eram acolhidos nas casas dos ricos, recebendo abrigo e comida.  Já na Roma pré-cristã, acreditava-se que o imperador deveria suprir as necessidades dos súditos e mantê-los felizes. O mesmo esperava-se dos cidadãos bem nascidos, membros da aristocracia.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O trabalho voluntário e as religiões</strong></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/sc3a3o-vicente.jpg"><img title="são vicente" src="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/sc3a3o-vicente.jpg?w=600" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O voluntariado ganhou nova dimensão com as religiões monoteístas. Os sacerdotes judeus foram os primeiros, dentre as organizações modernas, a promoverem a filantropia. Eles entendiam que os pobres tinham direitos e os ricos deveres.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">O cristianismo deu impulso à assistência social sob forma de caridade. Com o fim da perseguição ao Catolicismo em Roma (313 d.c.) as doações para a igreja passaram a ser legais, provendo recursos aos fundos de apoio aos desamparados. Na Idade Média o catolicismo praticamente monopolizou o voluntariado, sempre com a concepção da caridade enquanto redentora dos pecados.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/vives_luis.jpg"><img title="vives_luis" src="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/vives_luis.jpg?w=154&amp;h=161" alt="" width="154" height="161" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/vives_luis.jpg"></a>Com o enfraquecimento do poder católico, principalmente a partir do século XVI, começaram iniciativas da sociedade civil e dos Estados pelo combate à pobreza. Em 1526, Juan Luis Vives (foto), pedagogo espanhol, convenceu o governo de Bruxelas a criar uma repartição de assistência aos pobres, iniciativa inédita que atraiu críticas da Igreja, que considerava essa missão como sua. Em 1765, a cidade protestante de Hamburgo proibiu a mendicância. Para auxiliar os indigentes, dividiu a cidade em regiões e criou uma repartição central que seria responsável por abrigar, alimentar, dar treinamento profissional e subsidiar os desempregados até que arrumassem alguma ocupação.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Século XX: a profissionalização do voluntariado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O surgimento das sociedades urbano-industriais no século XIX fez crescer a pobreza e o tema passou a ser estudado cientificamente, sem a interferência da igreja, com busca de diagnósticos e tratamentos. Em 1869 surgiu na Inglaterra o <em>Charity Organization Society </em>(COS)<em>, </em>organização de trabalho voluntário que acreditava em um auxílio mais amplo do que a simples caridade.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na primeira metade do século XX os governos, principalmente na Europa, criaram Estados de Bem-Estar Social que assumiram as funções assistenciais. Hospitais, escolas e instituições foram criados para combater a pobreza das grandes cidades e amparar a população carente.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/welfare-state2.jpg"><img title="welfare-state2" src="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/welfare-state2.jpg?w=600" alt="" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Na década de 1970, com a crise econômica mundial, observou-se tendência inversa. Governos cortaram gastos, abrindo espaço para que o voluntariado voltasse a prover necessidades básicas não supridas pelo Estado. Data desta época a popularização das Organizações Não Governamentais (ONGs), instituições civis criadas na década de 50. Ocupando espaços deixados por governos e empresas, as organizações do terceiro setor não têm fins lucrativos e buscam potencializar o impacto social a partir de trabalho voluntário e de doações.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/rse1.jpg"><img title="RSE" src="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/rse1.jpg?w=116&amp;h=150" alt="" width="116" height="150" /></a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://pecep.files.wordpress.com/2012/08/rse1.jpg"></a>Em paralelo, cresceu no mundo o conceito de Responsabilidade Social Empresarisal (RSE). Pressionadas pela opinião pública, empresas tiveram que assumir responsabilidades que iam além de seus investidores e consumidores diretos. Muitas passaram a fazer doações sistemáticas e até financiaram fundações de assistência, boa parte delas beneficiadas por incentivos fiscais do governo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O trabalho voluntário do futuro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O conceito de trabalho voluntário vem ganhando força e adeptos, ao mesmo tempo em que há descrença crescente no papel do Estado como provedor das necessidades básicas dos cidadãos. Há, em paralelo, o crescimento do conceito de empreendedorismo social e de filantropia. O primeiro busca capitalizar os proveitos da atitude empreendedora em prol do social. O segundo, diz respeito ao incremento das doações pessoais, mercado que nos EUA já movimenta US$ 300 bilhões por ano e que vem crescendo a cada ano no Brasil. Ambas tendências prometem crescer e causar bastante impacto.</p>
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		<title>Índice de Desenvolvimento Institucional: o &#8220;grau de investimento&#8221; das ONGs</title>
		<link>http://www.institutoazzi.org.br/?p=2399</link>
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		<pubDate>Wed, 22 May 2013 14:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Como avaliar se sua Organização está indo pelo caminho certo? A falta de um indicador para mensurar a atuação de instituições do terceiro setor deixa alguns projetos sem rumo e pode atrapalhar uma potencial doação. O maior medo de um investidor social é que seu&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Duvida1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2401" title="Duvida" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Duvida1-300x300.jpg" alt="" width="210" height="210" /></a>Como avaliar se sua Organização está indo pelo caminho certo? A falta de um indicador para mensurar a atuação de instituições do terceiro setor deixa alguns projetos sem rumo e pode atrapalhar uma potencial doação. O maior medo de um investidor social é que seu dinheiro não gere o impacto desejado, e a falta de um índice confiável não ajuda em nada. Foi pensando em solucionar esse problema que Alan Maia, da Agência do Bem, criou o Índice de Desenvolvimento Instituicional (IDI).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O indicador é obtido a partir do preenchimento de um questionário na internet. Basta que o interessado vá em<a href=" http://www.indicedi.com.br/ "> http://www.indicedi.com.br/ </a>e responda a 30 perguntas que medem a maturidade do seu projeto. Um número de 0 a 100 é gerado imediatamente, juntamente com um <em>feedback</em>. Este mecanismo é semelhante ao <em>investment grade, </em>ou &#8220;grau de investimento&#8221;, que agências internacionais atribuem a países para orientar investidores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O IDI é dividido em sete categorias: Jurídica e contábil, governança, projetos, comunicação e visibilidade, transparência, captação e sustentabilidade financeira e resultados e efetividade. Todas elas têm opções que contemplam desde as características de projetos consolidados até a estrutura incipiente de novas iniciativas. E cada opção tem um peso, que ao final é automaticamente somado resultando no IDI.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/images.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-2402" title="images" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/images.jpg" alt="" width="218" height="204" /></a></p>
<p>Alan Maia, criador do IDI, ressalta a importância do indicador: &#8220;Ao longo dos anos de trabalho junto ao Terceiro Setor temos visto a luta heroica de muitos empreendedores sociais, líderes de movimentos e de projetossuper legítimos com dificuldade para avaliar a força e o potencial de sua organização. Dai surgiu a ideia de criar uma ferramenta simples, objetiva e acessível gratuitamente, online, para gerar esse feedback para os gestores. Após seis meses do lançamento, já tivemos mais de 5000 acessos e cerca de 100 instituições já foram beneficiadas.&#8221;</p>
<div></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>O IDI, assim como outras iniciativas, contribui para o fortalecimento da filantropia no Brasil. O setor necessita de inovações, pois ainda é atrofiado em comparação a outros países como, por exemplo, os EUA (lá as doações totalizam US$ 300 bilhões, 120 vezes mais do que aqui). Indicadores, institutos para orientar investimentos sociais e demais melhorias são muito bem-vindas já que, em última instância, beneficiam pessoas carentes e até salvam vidas.</p>
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		<title>Projeto via Instituto Azzi no Capão Redondo é um sucesso!</title>
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		<pubDate>Wed, 15 May 2013 14:29:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Julianne Nestlehner O projeto piloto de Melhorias Habitacionais no bairro do Capão Redondo chegou ao fim após dois meses de intenso trabalho e dedicação. Promovido pela organização Libertários do Capão Redondo, a iniciativa resultou na reforma pontual de 10 casas no referido bairro, através&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #888888;"><em>Por Julianne Nestlehner</em></span></p>
<p>O projeto piloto de Melhorias Habitacionais no bairro do Capão Redondo chegou ao fim após dois meses de intenso trabalho e dedicação. Promovido pela organização Libertários do Capão Redondo, a iniciativa resultou na reforma pontual de 10 casas no referido bairro, através do aporte de um investidor, via Instituto Azzi.<br />
Esse projeto é promovido a 5 anos pelo Instituto em diversas regiões de São Paulo, sempre com resultados positivos e impactantes. Nos últimos dois meses, a Libertários tem mobilizado voluntários e moradores. Ao final das ações, um evento de <em>grafite</em> foi organizado na região, e a parceria entre Instituto Azzi e Libertários foi retratada em uma das residências contempladas:</p>
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<p><a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Foto-logo-iazzi-e-capao.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2374" title="Foto logo iazzi e capao" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Foto-logo-iazzi-e-capao-282x300.jpg" alt="" width="282" height="300" /></a></p>
<p>Esperamos que parcerias como essa, com organizações comprometidas com um trabalho responsável, se perpetuem cada vez mais!</p>
<p>Parabéns aos envolvidos!</p>
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		<title>Instituto Azzi na Revista Veja Luxo</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 14:22:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Por Nayara Bazzoli A revista Veja Luxo do mês de abril trouxe uma reportagem intitulada &#8220;Os dois lados da mesma moeda&#8221;, onde o Instituto Azzi aparece como &#8220;um dos poucos escritórios no país que tratam a doação como um investimento do mercado financeiro&#8221;, isto é,&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Nayara Bazzoli </em></p>
<p>A revista Veja Luxo do mês de abril trouxe uma reportagem intitulada &#8220;Os dois lados da mesma moeda&#8221;, onde o Instituto Azzi aparece como <em>&#8220;um dos poucos escritórios no país que tratam a doação como um investimento do mercado financeiro&#8221;, </em>isto é, prezando doações realizadas de forma estratégica e planejada.</p>
<p>Embora a noção de filantropia estratégica seja um fator existente na cultura internacional, no Brasil, isto ainda não ocorre. Poucas são as iniciativas de fomento à doação planejada em nosso país.</p>
<p>Como exemplo do trabalho do Instituto Azzi,  a reportagem cita a ONG<em> Gastromotiva</em>, uma das setenta organizações já apoiadas pelo Instituto Azzi em seus 5 anos de existência. Puro luxo!</p>
<p>Para ver a matéria completa: <a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Investimento-do-Bem_Veja-Luxo-abri2013.pdf">http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Investimento-do-Bem_Veja-Luxo-abri2013.pdf</a></p>
<p><a href="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Scan_Pic00012.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2343" title="Scan_Pic0001" src="http://www.institutoazzi.org.br/wordpress/wp-content/uploads/Scan_Pic00012-218x300.jpg" alt="" width="218" height="300" /></a></p>
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		<title>Skank leva alegria para hospital do câncer infantil</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 16:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Hospital do Câncer Infantil]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Patricia Senise Gomes Novamente as crianças e jovens que estavam no ITACI &#8211; Instituto de Tratamento do Câncer Infanti, apoioado por um Investidor Azzi,  tiveram a oportunidade de conhecer uma das bandas mais populares do país  e de viver alguns momentos de alegria e&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><span style="color: #888888;">Por Patricia Senise Gomes</span></em></p>
<p>Novamente as crianças e jovens que estavam no ITACI &#8211; Instituto de Tratamento do Câncer Infanti, apoioado por um Investidor Azzi,  tiveram a oportunidade de conhecer uma das bandas mais populares do país  e de viver alguns momentos de alegria e descontração. Samuel Rosa, Henrique Portugal e Lelo Zaneti, do Skank, fizeram uma visita ao hospital.</p>
<p>Henrique Portugal distribuiu palhetas com a marca do Skank &#8211; uma lembrança da banda para os pacientes do hospital. Samuel Rosa conversou com as crianças e jovens atendidas no hospital-dia (área de quimioterapia) e ainda entrou nos quartos de vários pacientes internados.</p>
<p>&#8220;Estou impressionado com a estrutura, a qualidade dos profissionais e do atendimento prestado pelo ITACI tanto aos pacientes como a seus familiares&#8221;, disse Samuel Rosa. &#8220;Sem dúvida, é um projeto bem-sucedido, que mostra a importância de parcerias como essa envolvendo o estado e a iniciativa privada&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Skank aceitou o convite para conhecer o ITACI, em São Paulo e prometeu voltar em breve, da próxima vez para um pequeno show só para as crianças e jovens do ITACI.</p>
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		<title>Brasileiro doa mais de R$5 bilhões/ano para ONG&#8217;s</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Apr 2013 13:01:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>iazzi</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[cultura de filantropia]]></category>
		<category><![CDATA[ONG]]></category>
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		<description><![CDATA[Por Julianne Nestlehner Pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas no começo deste mês aponta que os brasileiros já doam mais de R$5 bilhões/ ano para ONG&#8217;s. As classes A e B respondem por quase 40% do total, doando um valor médio de cerca de R%388,00/&#8230;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Julianne Nestlehner</em></p>
<p>Pesquisa divulgada pela Fundação Getúlio Vargas no começo deste mês aponta que os brasileiros já doam mais de R$5 bilhões/ ano para ONG&#8217;s. As classes A e B respondem por quase 40% do total, doando um valor médio de cerca de R%388,00/ ano. Porém, proporcionalmente, a classe C é a que mais doa. Em comum, todos os tipos de doações são comumente seguidas pela ausência de monitoramento de uso do recurso e impacto das ações.</p>
<p>Por outro lado, os entraves burocráticos e a falta de  hábito, das ONG&#8217;s, de comunicarem seu impacto social e seus projetos, são alguns dos elementos que justificariam a dificuldade de incremento desses valores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mais informações na reportagem publicada pela Carta Capital, clicando<a href="http://www.cartacapital.com.br/sociedade/brasileiro-doa-mais-de-r-5-bilhoes-ao-ano-para-ongs"> aqui.</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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